"E a minha procura ficará sendo minha palavra."
(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 14 de julho de 2009

GRUPO SINTONIZADOS COM O MUNDO - QUARTA-FEIRA, 16 HORAS

QUEM SOU EU?
Anderson Tobias



Eu sou uma pessoa que já passou por várias experiências. Morei em vários lugares. Sou uma pessoa humilde. Hoje, eu posso dizer que sou um vitorioso, uma pessoa de muitas qualidades. Eu me sinto um vitorioso porque eu sou filho de uma família pobre e moro no morro. Porém nunca me deixei influenciar pela cabeça das pessoas, nunca experimentei nenhum tipo de droga. E, graças a boa educação que meus pais me deram, hoje eu sou educado, simpático, sei me comunicar e tenho facilidade para lidar com pessoas das classes média e alta. Talvez seja por esse motivo que hoje grande parte dos meus amigos de verdade, que estão comigo nas horas boas e nas horas em que eu mais preciso, são de classes mais favorecidas. Se hoje eu estou aqui, é porque me interesso e porque quero realizar meu sonho de dar uma vida melhor para minha família. Experiência? Sim, eu tenho, mas elas nunca são suficientes, pois a todo momento tudo se renova.

Bruno Rodrigues

Eu sou uma pessoa simpática e extrovertida. Sempre gostei de jogar futebol, mas nunca quis ser um profissional. Às vezes gosto de ficar sozinho pensando na vida, mas muitas vezes estou com um amigo ou com um parente fazendo alguma coisa para passar o tempo... Também gosto de ouvir música, sempre quis aprender a tocar guitarra e montar uma banda, mas não tenho muito tempo, pois costumo fazer atividades extra curriculares tanto na escola quanto em outro lugares. Já joguei futebol, vôlei, basquete e handball, mas os que eu gostei mais foram futebol e vôlei. Meu nome é Bruno, moro em Icaraí e estudo no colégio MV1. Lá fui representante de turma e monitor da escola, o que prova que tenho espírito de liderança e que sei fazer amigos.

Nicholas Pereira Melo

Eu? Sou uma pessoa normal como qualquer outra. Nasci do ventre da minha mãe no dia 12 de Outubro de 1994. Sempre gostei de esportes e de novas tecnologias. Aos 8 anos eu já sabia mais que meu pai e minha mãe sobre computadores e celulares. Gosto de novas experiências e emoções. Sempre fui dedicado ao estudo, apesar de não gostar de ler. Sou amigável e adoro meus amigos. Sou divertido e brincalhão, porém posso ser sério nas horas certas. Esse sou eu, um humano, terráqueo, brasileiro, fluminense, niteroiense. Eu sou Nicholas Pereira Melo.

Paloma Abreu Boldrini
Sempre tive uma grande admiração pela música, muito interesse e vontade de conhecer diferentes culturas e tocar instrumentos.
Como morei em uma casa com quatro irmãos, aprendi a compartilhar e conviver em grupo, buscando sempre ajudar no que fosse preciso.
Vivi em três cidades diferentes, com isso precisei trocar de escola e mudar os hábitos também, mas isso nunca foi problema para mim, pois adoro conhecer pessoas e lugares novos.
Fui representante de turma e participei do grupo de estudo e do grupo solidário da escola, assim ganhei responsabilidade, comprometimento e organização nas tarefas.

Julia de Abreu Kapiska

Eu me chamo Júlia de Abreu KapisKa, tenho 14 anos, nasci e moro em Niterói com meus pais e meu irmão. Logo em meu nascimento já aconteceu um fato curioso, no dia em que minha prima completava um ano de vida, minha mãe sentiu as dores do parto e eu nasci. Desde então, todos os meus aniversários, comemoro ao lado de minha prima, com isso fui aprendendo que não sou o centro do universo, que tenho que compartilhar as coisas. Afinal, o dia que deveria ser só meu, eu já tive que dividir com alguém. No início foi difícil, mesmo sendo com alguém que eu amava, mas hoje já entendi que o mundo não está aos meus pés. Outro fato que me marcou foi que, no meio da minha infância, meu pai foi transferido para outro estado e minha mãe e ele decidiram que era melhor que ele fosse sozinho. Ele ficaria lá por uns quatro anos e viria nos visitar poucas vezes no ano, mas ele prometeu que sempre ligaria. Ele ligava e toda vez que eu ouvia a sua voz uma avalanche de sentimentos tomava conta de mim e a vontade de chorar me possuía. Mas eu não admitia chorar e mostrar para ele que eu estava triste, não queria deixá-lo triste, me achava na obrigação de me mostrar forte para meu irmão, ele poderia achar em mim o porto seguro que um dia o meu pai foi e agora não podia mais ser. Depois de um tempo, percebi que não posso ser a mulher maravilha, fingir que sou forte, quando por dentro sou eu que preciso de um porto seguro. Não posso fingir que não choro, que sou inabalável, pois sou humana como qualquer um.

Pedro Pontes Gomes Lopes Martins

Sempre gostei muito de praticar esportes, futebol, handball, vôlei... Acho que por isso sou uma pessoa ativa e “ligada”. Quando não tenho nada para fazer, gosto de inventar coisas. No meu dia-a-dia, tenho muitas tarefas, além da escola. Tenho handball, inglês, krav-maga e Palavra Mágica, com tudo isso aprendi a me organizar na questão de horários. Tenho sempre um tempo livre para poder fazer meus deveres e estudar e isso me fez uma pessoa mais responsável.

Matheus Cotrim



Eu tenho vários tipos de humor, depende da atividade que estou fazendo no momento. Quando estou parado, pensando sobre algum assunto, sem nada para me movimentar, tenho boa vontade para fazer tudo o que me pedirem. Faço qualquer coisa, desde apenas andar de um cômodo a outro para pegar objetos e até limpar uma casa até brilhar, e faço sem reclamar, mas isso apenas se eu antes estiver parado, voando entre meus pensamentos. Agora, se estiver fazendo algo que eu goste muito, por mais simples que seja, e alguém me pedir ajuda ou quiser a minha opinião sobre qualquer coisa, eu nem respondo. Como acontece quando estou jogando vídeo-game. A vontade de jogar e a atração que eu sinto por essa atividade é tanta que qualquer interrupção me atrapalha. Aí eu me desligo totalmente do jogo, perdendo o rumo, perdendo a partida, pois aquela ação muda os meus pensamentos. Gosto muito de me mover e não suporto ficar parado apenas para dormir.

Thales Targuita de Azevedo


Sou uma pessoa alegre e questionadora. Gosto muito de praticar esportes, como judô, handbol e futebol.
Em meu primeiro campeonato de judô, fui derrubado em menos de cinco segundos. No segundo campeonato, fui derrubado em dez segundos. Mas isso não me impediu de continuar a lutar. No terceiro campeonato, consegui subir ao podium, no segundo lugar mais alto.
Eu sempre tive força e nunca parei de lutar, talvez essa seja uma das minhas melhores qualidades.
Também gosto de tocar instrumentos musicais como violão, guitarra e baixo. Toco na igreja e é uma das coisas que mais gosto de fazer.
Praticar esportes e tocar instrumentos me ajudou muito na escola, e com a ajuda do Palavra Mágica vou melhorar ainda mais.


Matheus Folhadella



Meu nome é Matheus Folhadella, tenho 15 anos. Sou uma pessoa muito divertida. Gosto muito de praticar esportes como futebol e vôlei, mas o esporte que eu mais gosto é “surfar”. Gosto muito de praia e mar, lá me sinto longe dos problemas do mundo.
Eu estudo no colégio São Vicente, mas já estudei no Instituto Abel e, quando mais novo, passei por outra escola. Vivo trocando de colégios, o que fez com que eu conhecesse pessoas novas e aprendesse a me adaptar a novas situações.
Quando não tem nada para fazer no dia-a-dia, eu gosto de procurar atividades novas e foi assim que eu cheguei aqui no Palavra Mágica. Espero melhorar minhas atividades em grupo e ficar mais responsável.

Cássio Roberto Santos Rodrigues

Sou uma pessoa alegre, com grandes qualidades, mas às vezes levo as coisas muito a sério, como em um relacionamento com uma namorada. Tudo na minha vida eu quero levar do meu jeito, sou meio marrento, e acho que ajo assim para me defender. Costumo ficar muito inseguro diante de uma tarefa, quero sempre rever as coisas, fico achando que não vou conseguir. Mas se eu perceber que posso me dar bem, então me encho de motivação e entro numa competição comigo mesmo para provar que posso. Às vezes passo por grandes dificuldades e pareço não querer ouvir a opinião dos outros, mas eu acabo ouvindo. Agora, quando percebo que alguém está passando por um momento difícil, eu procuro dar uma força. Sou solidário!

Um comentário:

Anônimo disse...

Pedro Pontes, fico muito feliz quando vejo meninos que vi ainda bem pequenos, crescendo com responsabilidade e se dedicando aos estudos. Porque vcs serão os grandes homens de amanhã. Beijo Regina