"E a minha procura ficará sendo minha palavra."
(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 1 de outubro de 2013

TURMA 8 - QUARTA 14 HORAS

GRUPO LIBERDADE DE EXPRESSÃO
(6°, 7°  e 8° ano)




APÓLOGO
UM BONÉ DE SORTE
João Pedro Vidal Julio

Em um dia muito especial, houve uma festa de aniversário. Mas não era uma festa qualquer era a festa do grande cantor de rap, Snupi Dog.

Ele estava abrindo os presentes na sua mansão. O primeiro presente foi uma guitarra, o segundo presente foi uma camisa e o terceiro presente foi um boné do seu melhor amigo.

O boné olhou para os lados, analisando onde ele estava. Ele pensou, pensou e disse:

-- Não acredito! Estou na casa do grande cantor Snupi Dog. Meu sonho se realizou!

Mas ele não sabia que o seu sonho ficaria cada vez melhor. O grande cantor adorou o boné, então pegou-o e aguardou-o ao lado da sua cama.

No dia seguinte, ele colocou o boné na cabeça e eles passearam pela cidade, até a hora do show.

Quando o show começou, o boné nem podia acreditar, Snupi Dog entrou no palco com ele. Eles cantaram, rimaram e arrebentaram. Nunca o boné tinha se divertido tanto em sua vida.

Ao chegar em casa, Snupi Dog e o boné foram direto para o facebook, para postar o que eles viram e sentiram. Queria descrever tudo o que passaram. Eles queriam distribuir sua alegria para todos. Snupi Dog escreveu:

– Não desistam dos seus sonhos! A vida pode lhes trazer boas surpresas!




APÓLOGO
UM PUFFLE RADICAL
Matheus Sampaio

Era uma vez um Puffle Branco, que adorava brincar e correr, mas tinha uma pedra no seu caminho. Seu irmão, Puffle Verde, adorava irritar o coitado e o Puffle Branco não podia fazer nada, porque era pequeno e fraco. Ele odiava seu irmão e faria qualquer coisa para vê-lo triste.

Um dia, seu irmão foi sair com a namorada e foi raptado por Puffle Preto, o mais temido dos puffles. Puffle Verde só podia fazer uma ligação autorizada por Puffle Preto e pediu para ligar para casa. Quem atendeu foi Puffle Branco. Em um primeiro momento, ele falou que não iria salvar o irmão, mas depois ficou com um peso enorme na consciência e foi fazer justiça com as próprias mãos.

Tomou coragem e foi até o QG de Puffle Preto. Chegando lá, viu que havia uma arma de fogo no chão e a pegou. Mesmo com medo, ele entrou. Na primeira sala, viu corpos jogados no chão e os ignorou.

Mais adentro viu seu irmão amarrado e, ao seu lado dele, Puffle Preto que, misteriosamente, virou-se justamente na sua direção. Ao vê-lo, Puflle Preto ordenou aos outros sequestradores que atirassem para matar. Começou então o maior tiroteio entre Puffle Branco e os quinze capangas.

Puffle Branco adquiriu uma coragem nunca vista, matou os catorze capangas, deixou o último inconsciente e mirou em Puffle Preto com sua última bala. Só então percebeu que Puffle Preto já estava morto.

Depois de toda aquela situação, ele olhou para o seu irmão, botando mais um refil de balas em sua arma, e perguntou em tom ameaçador:

-- Vai me tratar bem? Ou não?

Seu irmão rapidamente fez que sim com a cabeça. Então eles voltaram para casa e não houve mais aborrecimentos.




APÓLOGO
UMA BORRACHA EXTRAORDINÁRIA
Pedro Vitor Leite Coutinho

Um dia, eu e meus amigos, uma régua, um transferidor, um apontador e um lápis, estávamos conversando dentro da embalagem plástica, que ficava no cesto de ofertas que havia no interior de uma papelaria. Um deles falou:

- Nós temos que fazer muitas coisas na nossa vida! Não podemos ficar aqui parados!

Todos os outros concordaram, mas não tínhamos o que fazer, só torcer e esperar.

Dois dias depois, uma moça abriu a embalagem plástica e me tirou, nem deu tempo de eu falar tchau para os meus amigos. Ela os deixou lá e só levou a mim.

A moça chegou a sua casa e me tirou da bolsa. Um menino veio ao meu encontro e me pegou logo.

No dia seguinte, ele me colocou no seu estojo e fomos para a escola. Na escola o garoto não me usou, porque eu estava lá no fundo do estojo e tinha muita coisa em cima de mim. Eu fiquei muito triste, mas logo a minha tristeza foi indo embora, porque comecei a pensar em outra coisa e acreditei que seria usado em outra ocasião.

No outro dia, o garoto abriu o estojo, pegou um lápis e, finalmente, me pegou. Eu fiquei muito feliz. Eu apaguei várias palavras que estavam erradas no papel.

Eu fui usado nas provas, nos deveres de casa e até no curso de inglês do garoto. Vi que eu podia ajudar o menino e deixá-lo mais feliz. Depois de me usar, ele fazia uma expressão de alívio e sorria.

Com o passar dos meses, eu fui acabando, de tanto apagar as palavras que o menino errava. Um dia, chegou o meu fim, mas fiquei muito feliz por ter sido usado várias vezes, por ter sido útil e por ter cumprido o meu trabalho, a minha missão na vida.

Moral da história: Aproveite a sua vida e deixe a sua contribuição para o mundo.




APÓLOGO
O GRANDE JOGO
Vitor Faria

Existia uma bola de basquete chamada Joe. Ela era muito concentrada no seu trabalho. Um dia, Joe foi avisada de que teria um jogo importante dali a duas semanas. Então ficou tão feliz que quase desmaiou.

No dia seguinte, Joe acordou bem cedo e foi conversar com seus colegas de equipe sobre suas táticas de jogo. Joe ficou agitada para saber qual seria a sua colocação e descobriu que foi escalada para ser atacante titular. Ela pulou e comemorou feito louca!

Joe quase nem dormiu naquela noite, nem nas seguintes. Ela só ficava na quadra jogando e treinando durante horas e horas. Um dos seus companheiros procurou alertá-la para a necessidade de descansar um pouco, mas ela não lhe deu ouvidos.

Joe não comia, não dormia, só jogava e treinava com garra e com disposição, mas sem limite algum. Não sabia a hora de parar!

Joe não conseguia aceitar que estava ficando fraca, gastando energia demais. Na hora dos treinos, ela não tocava a bola pra ninguém, queria fazer tudo sozinha. Não se alimentava direito e estava ficando doente.

No dia do jogo, Joe estava toda destruída, não conseguia correr, nem abria os olhos direito e mal podia identificar seus companheiros.

Ela não conseguiu jogar bem, fez bobagens o tempo todo. Com esse comportamento e o péssimo desempenho de Joe no jogo, o time perdeu.

A tristeza da derrota fez Joe tirar uma grande lição: Nada feito em excesso faz bem!





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