"E a minha procura ficará sendo minha palavra."
(Carlos Drummond de Andrade)

quarta-feira, 16 de abril de 2014

GRUPO LAÇO DE IDEIAS (Terça - 18 horas)

Uma história de heróis
Carolina da Silveira Antão

     Roger é um esquiador, ele conseguiu ir para as olimpíadas de inverno. Ele valoriza o que faz, pois lutou muito para chegar a competir nas olimpíadas. Para chegar lá, precisou principalmente de apoio sentimental, e quem o ajudou foi 0 seu pai, Igor, um homem que sabe bem das coisas por sua experiência de vida.
     O dia da viagem chegou, Roger e Igor estavam no aeroporto internacional do Canadá. Eles choravam muito, mas Roger teve forças para seguir. Os dois não falaram nada, os olhares já diziam tudo, sem muita explicação, eles já sabiam que todo o sentimento estava dentro deles.
      Na hora do embarque, Roger olhou para o pai e falou:
      -- Você que me deu força, você é o meu herói. Isso tudo será para você e graças a você.
     Igor ficou orgulhoso do filho, sabia que mesmo se ganhasse ou perdesse as competições, Roger seria um grande atleta, um grande homem, um herói.


Ajudando as pessoas
João Pedro dos Santos Figueiredo

André estava no aeroporto do Rio de Janeiro com sua mãe, esperando seu voo ser chamado. Sua mãe estava triste porque seu filho ia viaja e ficar longe dela. 
André vai para o Haiti ajudar as pessoas necessitadas e ficará um mês por lá. Ele sentirá muitas saudades da mãe, por isso começou a chorar.
-- André, vá com Deus, tenha fé. Ajude as pessoas que precisam – disse Nayara.
André falou:
-- Mãe, você sempre estará comigo, você estará no meu coração.
Nayara ficou sem palavras depois do que André falou, ficou emocionada. Ela começou a se despedir dele, enquanto ele estava chorando ao pensar na América Central, nas tragédias do Haiti.
Logo depois, quando só faltavam cinco minutos para o voo de André, a aeromoça chamou e ele teve que ir para o embarque. Enquanto isso ele pensava:
-- Sempre me lembrarei de você, mãe.


Amor na guerra
Gabriel Pinto da Silva Braga

Osvaldo e Zelda estavam no Vietnã. Ele estava nervoso, com medo de morrer e de ser torturado pelos inimigos. Osvaldo iria para guerra, iria defender a base militar no Vietnã. E Zelda iria cuidar do filho deles.
Eles estavam emocionados quando Zelda perguntou:
-- Você vai voltar?
Ele respondeu:
-- Pode acreditar, eu vou voltar.
Zelda, chorando, tremendo e achando que Osvaldo fosse morrer, disse:
-- Então vá, mas tente não se machucar.
Ele falou:
-- Não vou me machucar, vou procurar ficar seguro.
-- Seu filho estará te esperando – Zelda disse.
O comandante chamou a tropa. Osvaldo e Zelda se abraçaram bem forte e se despediram através dos olhares.


Pilotando para Dubai
Pedro Mendes Marcolini

Marcos e seu pai André estavam no aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Marcos era piloto de avião e estava indo para Dubai por causa do seu trabalho, ele iria ficar três meses fora de casa.
O pai de Marcos estava muito nervoso com o filho pilotando aquele avião, principalmente, porque ele iria ficar muito tempo fora. Mas o filho já estava acostumado a pilotar, afinal, essa era a sua profissão.
André, muito nervoso, disse:
-- Tem certeza que precisa ficar tanto tempo fora?
-- Sim, pai, eu tenho. Preciso ficar três meses fora para fazer meu trabalho direito, vou pilotar em outras regiões – respondeu Marcos.
-- Mas só não queira que ficasse em Dubai para sempre - falou o pai.
-- Pode deixar, pai. Eu prometo que não vou ficar lá para sempre.
Os dois se abraçaram com força.
-- Então, adeus, pai, a gente se vê daqui a três meses – falou o filho.
Marcos pegou suas malas e foi andando até a cabine do piloto já com saudades do pai.


A despedida dos melhores amigos de Búzios
Marina Pataro Costa

André iria viajar para um campeonato brasileiro de surf e estava meio ansioso e um pouco triste, porque ficaria com saudade de seu amigo Chuchucão e de sua esposa. Ele morava em Búzios e não poderia levar o seu cachorro Chuchucão para uma viagem como essa.
-- Hoje é o dia de viajar para o Rio de Janeiro para o campeonato de surf – falou André.
-- Querido, já botei as malas no carro, o Chuchucão vai ficar em casa, né?- falou a esposa.
-- Sim, querida. Você pode acordá-lo, por favor?- disse André.
Logo depois, o Chuchucão apareceu.
-- Oi, amigão. Está na hora de eu ir, tchau. Na próxima semana eu volto, é rápido, fica tranquilo – avisou André.
O cachorro começou a chorar, porque percebeu que ficaria longe de seu amigo André.
-- Eu já vou, amigão, não chore. Você é muito especial para mim – falou André já emocionado.
Chuchucão foi até o jardim para ver seu amigo indo embora. Como despedida, o cãozinho pulou em cima do seu dono e o lambeu. André foi embora mais feliz e com a consciência mais leve e tranquila.


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