"E a minha procura ficará sendo minha palavra."
(Carlos Drummond de Andrade)

terça-feira, 26 de maio de 2015

Indicação de leitura


PROJETO O DIVINO EM NÓS


"Numa noite de outubro de 2012, o Talibã deu um tiro 
no lado esquerdo do meu rosto.
Fraqueza, medo e falta de esperança morreram.
Força, poder e coragem nasceram."
Malala Yousafzai



Começaremos o projeto pedagógico O DIVINO EM NÓS conhecendo uma história que precisa ser contada: a trajetória da menina paquistanesa Malala. 
Pedimos a todos os alunos do curso que façam a leitura 
de um dos livros selecionados abaixo. 



A HISTÓRIA DE MALALA:

Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz.

Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação.

Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida. Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.

A recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.


Escolha a edição que você quer ler!



Malala, a menina que queria ir para a escola
Adriana Carranca
Cia das Letrinhas

Sinopse

Por mais absurdo que pareça, Malala Yousafzai quase perdeu a vida por querer ir para a escola. Ela nasceu no Paquistão, em uma região pacífica, e era uma das primeiras alunas da classe. Mas quando tinha dez anos, viu a sua cidade ser atacada e dominada por um grupo extremista chamado Talibã. Eles impuseram muitas regras, entre elas a que determinava que somente os meninos poderiam estudar.
Mas Malala foi ensinada a defender aquilo em que acreditava e lutou com todas as forças para continuar estudando. Por isso, em 9 de outubro de 2012, tomou um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.
A jornalista Adriana Carranca visitou o vale do Swat pouco depois do atentado, e conta tudo o que viu e aprendeu por lá, apresentando a história dessa menina que, além de ser a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz, é um grande exemplo, no mundo todo, do poder do protesto pacífico.


MALALA - UMA MENINA MUITO CORAJOSA
Janette Winter
Versus Editora


SINOPSE


'Malala' aborda as histórias das duas crianças paquistanesas que bravamente lutaram contra a injustiça de seu mundo, Malala é a menina que não tem medo. É assim que todos conhecem a jovem paquistanesa que acredita que uma criança, um professor, um livro e uma caneta podem mudar o mundo. Por isso ela protesta contra os talibãs que querem impedir as meninas de seu país de irem à escola. Enquanto a sala de aula garante a elas um lugar ao sol e bloqueia as sombras ameaçadoras, fora da escola, uma nuvem escura as segue por toda parte. Mas isso não impedirá que Malala siga protestando pelos diretos à educação de todas as meninas do Paquistão. Iqbal tinha apenas quatro anos quando foi obrigado a trabalhar na fábrica de tapetes. Junto com outras tantas crianças, ele tecia acorrentado para que não pudesse fugir. Quando ele descobre que finalmente está livre, passa a frequentar a escola, vai bem nos estudos e começa a protestar por outras crianças que ainda não se libertaram. Mesmo sendo ameaçado pelos donos, Iqbal visita fábricas de tapetes por todo Paquistão e cruza o oceano para espalhar sua mensagem de liberdade.


LIVRARIA CULTURA




EU SOU MALALA (EDIÇÃO JUVENIL)
Malala Yousafzai com Patricia MacCormick
Editora Seguinte


SINOPSE


Edição juvenil da autobiografia da mais jovem ganhadora do prêmio Nobel da Paz, cuja versão original já vendeu mais de 100 mil exemplares no Brasil.Malala Yousafzai tinha apenas dez anos quando o Talibã tomou conta do vale do Swat, onde ela vivia com os pais e os irmãos. A partir desse dia, a música virou crime; as mulheres estavam proibidas de frequentar o mercado; as meninas não deveriam ir à escola.Criada em uma região pacífica do Paquistão totalmente transformada pelo terrorismo, Malala foi ensinada a defender aquilo em que acreditava. Assim, ela lutou com todas as forças por seu direito à educação. E, em 9 de outubro de 2012, quase perdeu a vida por isso: foi atingida por um tiro na cabeça quando voltava de ônibus da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.Hoje Malala é um grande exemplo, no mundo todo, do poder do protesto pacífico, e é a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz. Nesta versão juvenil da sua autobiografia, que virou um best-seller internacional, ouvimos da própria Malala a incrível história dessa garota que, desde muito cedo, decidiu mudar o mundo.

LIVRARIA CULTURA



EU SOU MALALA
Malala Yousafzai com Christina Lamb
Cia das Letras


SINOPSE


Quando o Talibã tomou controle do vale do Swat, uma menina levantou a voz. Malala Yousafzai recusou-se a permanecer em silêncio e lutou pelo seu direito à educação. Mas em 9 de outubro de 2012, uma terça-feira, ela quase pagou o preço com a vida.Malala foi atingida na cabeça por um tiro à queima-roupa dentro do ônibus no qual voltava da escola. Poucos acreditaram que ela sobreviveria.Mas a recuperação milagrosa de Malala a levou em uma viagem extraordinária de um vale remoto no norte do Paquistão para as salas das Nações Unidas em Nova York. Aos dezesseis anos, ela se tornou um símbolo global de protesto pacífico e a candidata mais jovem da história a receber o Prêmio Nobel da Paz.Eu sou Malala é a história de uma família exilada pelo terrorismo global, da luta pelo direito à educação feminina e dos obstáculos à valorização da mulher em uma sociedade que valoriza filhos homens.O livro acompanha a infância da garota no Paquistão, os primeiros anos de vida escolar, as asperezas da vida numa região marcada pela desigualdade social, as belezas do deserto e as trevas da vida sob o Talibã.Escrito em parceria com a jornalista britânica Christina Lamb, este livro é uma janela para a singularidade poderosa de uma menina cheia de brio e talento, mas também para um universo religioso e cultural cheio de interdições e particularidades, muitas vezes incompreendido pelo Ocidente.“Sentar numa cadeira, ler meus livros rodeada pelos meus amigos é um direito meu”, ela diz numa das últimas passagens do livro. A história de Malala renova a crença na capacidade de uma pessoa de inspirar e modificar o mundo.




Nenhum comentário: